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AI SaaS Builder

Crie seu SaaS com Inteligência Artificial

Descreva o produto que você quer vender por assinatura: quem cria conta, o que cada pessoa pode ver e o que precisa ficar guardado. O Zheus constrói as telas, o login e a área logada, e publica com endereço e HTTPS. O banco Postgres gerenciado entra quando você assina.

Login e área logada de verdadePrévia ao vivo enquanto o produto é escritoCódigo em padrões conhecidos, sem framework proprietário
Site não é produto

Um site institucional para de servir no dia em que alguém precisa entrar

SaaS builder por IA quer dizer uma coisa específica: a inteligência não escreve só a interface. Ela decide como o dado vai ser guardado, cria as tabelas, protege o login e separa o que pertence a cada usuário. É a diferença entre publicar uma página e entregar uma conta a alguém.

Site institucional

Entrega uma vitrine

  • Quem chega é visitante anônimo e só lê o que está publicado na página.
  • O formulário dispara um e-mail e o assunto morre na sua caixa de entrada.
  • O conteúdo é o mesmo para todo mundo que abre o endereço.
  • Mudar um dado significa editar a página na mão, uma por uma.
  • Ninguém volta amanhã para continuar de onde parou, porque não existe onde parar.
SaaS builder por IA

Entrega um produto com usuários

  • A pessoa cria conta, define a própria senha e entra.
  • O que ela cadastra vira registro no banco e continua lá na semana que vem.
  • Cada conta enxerga os próprios dados; o administrador enxerga o conjunto.
  • Você muda uma regra conversando, e ela vale em todas as telas de uma vez.
  • O produto tem continuidade: dá para entregar acesso a alguém e seguir evoluindo.
Exemplos de escopo

Cinco produtos que já nascem com área logada

Nenhum destes é um modelo de prateleira: cada um sai da sua descrição, com o vocabulário da sua operação. Se o recorte for menor (uma função só, resolvida muito bem e vendida por assinatura), o caminho é o de um produto pequeno e focado.

Clínicas e consultórios

Agenda, ficha e retorno no mesmo lugar

A recepção marca, o profissional abre a ficha do paciente e registra a evolução do atendimento. O histórico fica junto do cadastro, não numa planilha por unidade que ninguém sabe qual é a versão certa.

  • Agenda por profissional, com bloqueio de horário
  • Ficha do paciente com histórico de atendimentos
  • Recepção sem acesso ao financeiro
Academias e estúdios

Aluno, plano e presença sob controle

Matrícula com plano e data de vencimento, check-in na entrada e ficha de treino que o professor atualiza da própria conta. O painel mostra quem passou da data de vencimento que você registrou na matrícula, antes de você descobrir no fim do mês.

  • Ficha de treino com séries, cargas e evolução
  • Lista de presença por turma e por horário
  • Aviso de vencimento a partir da data que você registra
Imobiliárias

Carteira do corretor, não do escritório inteiro

Cada imóvel com endereço, valor, status e corretor responsável. Visita agendada e proposta recebida ficam registradas com data, e o corretor entra e vê a carteira dele, sem esbarrar na captação do colega.

  • Cadastro de imóveis com status e valor
  • Funil de visita, proposta e fechamento
  • Área do proprietário com o andamento
Escritórios de advocacia

Prazo que não depende da memória de ninguém

Uma pasta por processo, andamentos com data e os prazos ordenados por vencimento logo na abertura do painel. O cliente entra na conta dele e acompanha o caso sem precisar ligar para perguntar como está.

  • Prazos ordenados por vencimento
  • Andamento publicado para o cliente ver
  • Horas lançadas por processo
Agências

Aprovação de peça sem caçar e-mail

O cliente entra com a conta dele, vê a versão atual da peça, aprova ou comenta ali mesmo. O time acompanha o job da entrada do briefing até a entrega, com o comentário preso à versão que o gerou.

  • Conta separada para cada cliente
  • Comentário preso à versão da peça
  • Horas por job e status da entrega

O seu nicho não está aqui?

Melhor assim. O que muda de um produto para o outro é o vocabulário e as regras, e os dois saem da sua descrição, não de um catálogo. Escreva o que a sua operação faz hoje e veja a primeira versão de pé.

Construir o meu
Antes de descrever telas

Quatro decisões que você toma antes da primeira versão sair

A parte demorada de um SaaS não é técnica: é decidir quem pode ver o quê, e isso ninguém decide por você. Responda estas quatro perguntas com o vocabulário do seu negócio e a descrição do produto praticamente se escreve sozinha. Com elas em aberto, a primeira versão sai bonita e errada.

01

Quem cria conta

Você convida cada usuário e entrega o acesso na mão, ou qualquer pessoa se cadastra sozinha pela tela de entrada? A primeira opção segura o produto num grupo controlado enquanto ele está cru; a segunda é a que você vai querer no dia em que uma venda acontecer sem você estar olhando. Dá para começar por uma e trocar depois, mas alguém precisa escolher a de hoje.

02

O que cada papel enxerga

A pergunta que dói não é o que o administrador vê. É o que a recepcionista não pode ver, o que um cliente jamais pode ver do outro e o que continua aberto para quem saiu da empresa na sexta. Escreva essa lista de proibições antes: ela vira regra dentro do produto, e não um combinado de boa vontade.

03

O que não pode sumir

Nem tudo precisa virar registro. O filtro que a pessoa escolheu numa tela pode se perder entre uma visita e outra sem prejuízo nenhum; a ficha que ela passou vinte minutos preenchendo, não. Separe as duas listas e você já sabe o que tem de existir como tabela.

04

Como o acesso é liberado quando alguém pagar

Alguém confirma o pagamento e libera a conta pelo painel, ou o produto nasce com um estado de conta ativa que você vira num clique? E o inverso, que quase ninguém decide antes: quando o cliente para de pagar, a conta some, congela ou fica em modo leitura com o dado dele preservado? Isso muda a modelagem, não o layout, e é por isso que essa decisão entra agora.

Com essas quatro respondidas, a construção em si é conversa: você descreve, a prévia vai mudando ao lado e a primeira versão costuma aparecer na mesma sessão. O quanto ela avança depende do tamanho do que você pediu e dos créditos que ele consome. A volta completa de construir, mostrar para gente de verdade e ajustar com o que voltou está descrita passo a passo na página da primeira versão para validar.

Por baixo

Você não vai passar o fim de semana configurando servidor

A parte que trava um SaaS no começo não é a tela: é autenticação, banco, deploy e certificado. Tudo isso já vem montado no projeto, e você gasta o seu tempo com as regras do seu negócio.

  • Login com senha protegida

    A senha do seu usuário é guardada com hash, não em texto puro, e a sessão vai assinada. É assim que o Zheus escreve a autenticação por padrão.

  • Banco Postgres gerenciado (planos pagos)

    Com um plano pago, o projeto provisiona um Postgres isolado e as tabelas nascem da conversa, com os campos que a sua operação realmente usa. Você não abre terminal para isso.

  • Área logada com papéis

    Administrador, equipe e cliente enxergam coisas diferentes, e as rotas nascem conferindo quem está pedindo antes de devolver dado. Os papéis saem da sua descrição: se você disser que a recepção não vê valor, a tela dela não tem essa coluna.

  • Histórico de versões

    Cada rodada de alteração vira um ponto no histórico. Se a mudança de hoje piorou o produto, você volta para a de ontem sem drama.

  • Publicação com HTTPS

    Endereço em zheus.app e certificado resolvidos no clique de publicar. Hospedagem incluída, sem servidor para manter: no grátis com o selo do Zheus no rodapé, nos pagos sem selo e com domínio próprio.

  • Exportação para o GitHub (planos pagos)

    Com um plano pago, o código sai inteiro e em padrões conhecidos. No dia em que você contratar um dev, ele clona o repositório e entende o que está lendo.

E o que não vem pronto: a cobrança

O Zheus constrói o produto, o cadastro, os níveis de acesso e o painel de quem administra, mas não existe uma integração de gateway de pagamento ligada por padrão. Na prática, muito SaaS no começo cobra fora do produto (link de pagamento, boleto ou contrato) e libera o acesso pelo painel de administrador. É menos elegante, e funciona: dá para faturar antes de existir integração.

E o que passa a ser seu: o papel de controlador

No dia em que você cobra de alguém, os dados que o seu produto guarda são dos clientes dele, não seus: quem responde pelo tratamento é você, não o Zheus. Isso muda o que precisa estar escrito no seu contrato e na sua política de privacidade antes do primeiro cliente entrar, inclusive por quanto tempo você guarda o dado e o que devolve quando ele cancela. O que existe de prática de construção está descrito aqui.

Tela bonita × produto

Quatro testes que separam a demonstração do produto

É fácil gerar uma interface convincente com dados fixos escritos dentro do código: a tabela vem preenchida, o gráfico sobe, o login abre com qualquer senha. Antes de mostrar o seu SaaS para alguém, rode estes quatro testes no seu projeto e em qualquer ferramenta que tentarem te vender.

1

O teste do F5

Cadastre um registro e atualize a página. Se ele sumiu, o dado estava na memória do navegador e nunca chegou ao banco.

2

O teste da outra janela

Abra uma janela anônima e entre com o mesmo login. O que você cadastrou tem de aparecer igual. Senão, cada visita começa do zero.

3

O teste da segunda conta

Crie duas contas e cadastre algo em cada uma. Se a conta B enxerga o que é da conta A, não existe separação de dados, e isso você não pode vender.

4

O teste da senha errada

Tente entrar com a senha trocada e com um usuário inexistente. Se alguma das duas passa, a tela de login era desenho.

No Zheus o login e a área logada são de verdade desde a primeira versão, não uma camada colada depois, quando já tem cliente dentro (e com um plano pago o dado vai para um Postgres, não para a memória do navegador). Ainda assim, rode os quatro testes no seu projeto a cada rodada: quem confere se a regra que você pediu ficou de pé é você.

Para quem é

São quatro situações diferentes, e nenhuma delas exige sócio técnico

E um recorte que não é este: se o software for para rodar portas adentro, usado pela sua equipe e não vendido para ninguém, o assunto são os sistemas internos de empresa.

Founder

Você mapeou um problema e quer cobrar para resolvê-lo. Constrói a primeira versão, coloca na mão de dez pessoas e escuta o que falta antes de montar time.

Maker que trabalha sozinho

Sem sócio técnico e sem orçamento de agência. Você escreve o produto conversando e usa o tempo que sobra para a parte que ninguém faz por você: vender.

Empresa que já vende serviço

Aquele controle que hoje mora numa planilha compartilhada pode virar produto com login para o cliente. Você já tem quem use. Falta a ferramenta.

Dev que quer pular o começo

Autenticação, esqueleto e CRUD são a parte chata. Gere a base, exporte para o GitHub e continue no seu editor, do seu jeito.

Depois do primeiro dia

A primeira versão é o começo da conversa

Nenhum SaaS acerta o escopo no primeiro dia: o segundo usuário pede um campo que você não previu, o quinto pede um filtro e o décimo mostra que os dois papéis de acesso viraram três. No Zheus, evoluir é continuar falando: você abre o projeto, conta o que mudou na operação e a alteração entra no código, no banco e nas telas de uma vez. Como cada rodada fica no histórico de versões, dá para arriscar uma mudança grande sabendo que existe caminho de volta.

Pedidos reais que aparecem depois que o primeiro usuário entra:

  • Adicione o CPF na ficha do paciente e deixe o campo obrigatório.
  • Crie um papel de recepcionista que não enxerga o financeiro.
  • Coloque um filtro por período no relatório de presença.
  • Destaque no painel os prazos que vencem nos próximos três dias.
  • Deixe o cliente exportar a própria lista em CSV.
  • Separe por unidade: cada filial só vê os dados dela.
A linha de corte

Publicar é grátis. Vender é que exige plano.

A linha não passa por quantas telas você construiu: passa pelo dia em que existe uma pessoa pagando para usar o que você fez. Banco, domínio próprio e site sem selo entram a partir do Pro. É o pacote de quem vai cobrar, e ele não faz falta antes disso. Ver planos.

Criar conta grátis

Sem cartão. O produto sobe no ar antes de você decidir qualquer assinatura.

  • Um banco que é do seu produto

    Enquanto é demonstração, o dado pode viver só na tela. No dia em que existe um cliente pagante, o que ele cadastrou tem de estar lá na terça seguinte, e isso é banco Postgres gerenciado, recurso de assinante.

  • Um endereço que caiba no contrato

    O seu cliente vai digitar esse endereço todo dia, colar no e-mail que manda para a equipe dele e ver esse nome na proposta que assinou. Endereço próprio é item de plano pago, e é a primeira coisa que uma empresa repara quando você cobra.

  • Um rodapé sem o nome de outra empresa

    No grátis o site sai com o selo “feito com ZHEUS”. Para uma primeira versão isso não atrapalha; para um produto pelo qual alguém paga assinatura, atrapalha, e o selo só é removido a partir do Starter.

Antes de começar

Perguntas de quem vai criar um SaaS

As seis que aparecem em toda primeira conversa, respondidas sem rodeio.

Seu. O que sai é um projeto normal, em padrões conhecidos, sem framework proprietário do Zheus no meio. Você não precisa de autorização nossa para levar o código embora. A exportação para o GitHub e o download do código são recursos dos planos pagos: no grátis você constrói e publica; a saída destrava no dia em que você assina, e não depende de pedir nada para ninguém.

Nos planos pagos, num banco Postgres gerenciado, provisionado para o seu projeto e isolado dos demais. As senhas dos seus usuários ficam guardadas com hash, não em texto puro. Esses dados existem para o seu produto funcionar, e não são usados para nada além disso.

Você não precisa escrever código, mas precisa saber explicar o seu negócio: quem entra, o que cada pessoa pode ver, o que não pode se perder. Quanto mais concreta a descrição, melhor sai a primeira versão. E testar o produto como se você fosse o cliente continua sendo trabalho seu, e é assim que os ajustes aparecem.

Pode, e é assim que o produto nasce: cada registro fica amarrado a um dono, e o produto confere quem está pedindo antes de devolver qualquer coisa. O que você precisa decidir na hora de pedir é quem é esse dono. Se o seu cliente é uma clínica com três recepcionistas, o dono é a clínica e as três contas enxergam o mesmo conjunto; se é um profissional que trabalha sozinho, o dono é a própria conta. Diga isso na conversa, porque a resposta muda a modelagem. E a conferência é sua: crie duas contas, cadastre coisas diferentes em cada uma e tente enxergar uma pela janela da outra antes de entregar acesso a alguém de fora.

Eles são entregues uma vez só e não voltam todo mês. Quando terminam, o que você já construiu continua seu e continua no ar; o que para é a construção de coisas novas. Para seguir evoluindo o produto ou abrir um segundo projeto, é a hora de escolher um plano.

Dá. Com um plano ativo, o código vai para o GitHub e o banco é um Postgres padrão. Qualquer desenvolvedor sobe o projeto em outra infraestrutura sem reescrever nada. Você fica porque construir conversando compensa, não porque a porta está trancada.

Comece em 30 segundos

Descreva o seu SaaS e veja a primeira versão de pé

Conte quem cria conta no seu produto e o que cada pessoa pode ver. A primeira versão aparece nessa mesma conversa, e você testa como se fosse o seu cliente antes de decidir qualquer coisa.

Publicação com HTTPS incluída · Exportação do código a qualquer momento