Landing pages: uma página, um objetivo, no ar sem fila
A oferta muda na quinta-feira e a página só muda na semana que vem. Aqui você descreve a promessa, vê a página se montar na conversa e publica, sem abrir chamado, sem esperar a fila do desenvolvimento e sem pedir favor para o designer.
Sem cartão. A primeira página vai ao ar antes de a campanha subir.
Cada bloco da página tem uma função, ou não deveria estar lá
Uma landing não é um site curto. É uma sequência de decisões, de cima para baixo, em que cada seção resolve uma coisa específica antes de liberar a próxima.
A promessa acima da dobra
Em uma frase, o que a pessoa leva e para quem isso é. Esse é o único bloco que todo mundo lê. Ele decide se o resto da página existe.
Erro comum: um título que descreve a empresa (“soluções em gestão contábil”) em vez do que muda na vida de quem clicou no anúncio.
O mecanismo
Como a promessa se cumpre. Duas ou três frases explicando o método, o formato, a quantidade de encontros, o que a pessoa faz na prática. É isso que tira a promessa do campo do bom demais para ser verdade.
Erro comum: pular direto da promessa para o botão e deixar o visitante preencher sozinho a lacuna do “como”.
A prova
Emprestar credibilidade de algo em que a pessoa já acredita: print de resultado com contexto, número de turmas realizadas, tempo de mercado, bastidor do trabalho, o antes e depois de um caso que você pode nomear.
Erro comum: depoimento sem rosto, sem nome e sem contexto (que soa inventado mesmo quando é verdadeiro) ou foto de banco de imagens no lugar do trabalho real.
A quebra de objeção
Os três “mas” que aparecem antes do clique, na ordem em que aparecem: preço, tempo e “isso serve para o meu caso?”. Cada um vira um bloco curto que responde de frente, com a palavra que o cliente usa.
Erro comum: empurrar a objeção para o WhatsApp. Quem não teve a dúvida respondida na página não abre conversa: fecha a aba.
A oferta
O que entra, quanto custa, em quantas parcelas, o que acontece no minuto seguinte ao clique e qual é a garantia. Oferta é informação, não suspense.
Erro comum: “consulte valores”. Se o preço não pode aparecer, mostre o critério, seja faixa, por sessão ou sob orçamento com prazo de resposta.
O CTA repetido
As pessoas decidem em pontos diferentes da rolagem. O botão precisa estar depois da promessa, depois da prova e depois do preço, sempre com o mesmo texto e o mesmo destino, para não parecer que são caminhos diferentes.
Erro comum: um único botão no rodapé, ou cinco botões dizendo cinco coisas (“saiba mais”, “quero acesso”, “fale conosco”).
Nada que leve embora
Landing não é site. Sem menu, sem blog, sem “sobre nós”, sem ícone de rede social no topo. Cada link a mais é uma porta de saída que você mesmo instalou. A página tem uma saída: o botão.
Erro comum: reaproveitar o cabeçalho do site institucional e mandar tráfego pago para uma página que oferece dez destinos.
Antes do layout, decida qual é a única coisa que essa página precisa conseguir
Página que tenta capturar lead, vender e apresentar a empresa ao mesmo tempo não faz nenhuma das três. Escolha o objetivo e o formato vem junto.
Captura de lead
Objetivo: um contato no bancoUse quando o tráfego é frio e você entrega alguma coisa antes de cobrar: o contador que solta a planilha de pró-labore, o corretor que manda o comparativo de seguro do carro, a arquiteta que entrega o checklist de vistoria de obra.
Página curta, uma tela e meia. Regra prática de quem escreve landing: cada campo a mais no formulário é uma desistência a mais. Na dúvida, peça nome e e-mail e deixe telefone e cargo para a conversa seguinte.
Página de vendas longa
Objetivo: a compraUse quando o preço passa de mil reais ou o método precisa ser explicado antes de ser desejado: a mentoria de tráfego para dono de loja, o curso de confeitaria com turma fechada, a consultoria de precificação para restaurante.
Aqui a rolagem é o argumento. Promessa, mecanismo, prova, oferta, objeção, garantia e CTA, com vídeo de vendas no topo, se você tiver um.
Evento e webinar
Objetivo: inscrição e presençaUse quando a venda depende de a pessoa aparecer na hora marcada: a aula de abertura do lançamento, o workshop de sábado para arquitetos, a imersão presencial com 40 vagas e carrinho aberto por cinco dias.
Data, hora e fuso escritos por extenso, o que vai ser mostrado em tópicos, contagem regressiva de verdade e uma confirmação clara do que chega depois da inscrição.
Página de obrigado
Objetivo: a próxima açãoUse depois de todo formulário: o do e-book, o do orçamento e o da inscrição no webinar. É a página mais esquecida do funil e a mais barata de fazer render.
Nada de “obrigado, em breve entraremos em contato”. Diga o que fazer agora: confirmar o e-mail, entrar no grupo, assistir ao vídeo, ver a oferta de entrada.
Link na bio
Objetivo: tirar o tráfego do feedUse quando o Instagram virou a loja: a confeiteira que fecha encomenda por direct, o estúdio de tatuagem que agenda por DM, o personal que vende consultoria online, todos com um link só para dez ofertas diferentes.
Uma página sua, com a sua tag de medição no HTML e nenhum link levando o visitante para fora. Nos planos pagos ela roda no seu domínio e sem a marca Zheus; no grátis, em um endereço zheus.app com o selo.
Trocar o título deixa de ser um chamado e vira uma frase
Ordem e texto pesam muito na conversão: qual promessa vem primeiro, se a prova aparece antes ou depois do preço, quantos campos o formulário pede. São mudanças que você pede em uma frase e que numa fila de desenvolvimento costumam custar dias.
No Zheus você pede a alteração na conversa, vê o resultado na prévia e publica. A versão que estava no ar não é perdida: ela continua no histórico.
- VocêTroca o título para “Feche o mês sem ficar refém do escritório” e mantém o resto igual.
- VocêSobe os depoimentos para antes do preço.
- VocêMuda o valor para R$ 297 à vista e ajusta o texto do botão.
- VocêTira o campo de telefone do formulário: deixa só nome e e-mail.
- VocêCria uma segunda versão da página em /oferta-b com a promessa focada em quem já tem contador e está insatisfeito.
A prévia mostra a página real, com botão e formulário funcionando, antes de qualquer verba entrar.
Hospedagem, certificado e formulário: a parte que atrasa o anúncio já vem pronta
Publicar costuma travar em coisa que não tem nada a ver com a oferta: um certificado que não emite, um domínio que não propaga, um formulário que ninguém testou antes de ligar a campanha. Aqui isso já está de pé.
Endereço no ar com HTTPS
A publicação sai em um subdomínio zheus.app com certificado emitido e renovado sozinho. Nos planos pagos você aponta o seu domínio e o certificado vem junto, sem terminal e sem plugin.
Formulário que grava o lead (planos pagos)
Nos planos pagos o projeto vem com Postgres gerenciado: peça o formulário e cada contato fica gravado em uma tabela sua, com área logada para consultar e exportar, em vez de um e-mail automático que você não consegue conferir. No plano grátis a página vai ao ar normalmente; guardar os leads dentro do projeto exige um plano pago.
Peso que o celular aguenta
A página é código feito sob medida para o que você pediu, sem tema genérico arrastando biblioteca inteira e sem seis plugins para fazer um acordeão. Um peso muito menor do que o de um site institucional adaptado às pressas para receber tráfego pago.
Histórico com data e hora
Cada publicação fica registrada. Quando o custo por lead cair numa terça, dá para olhar qual headline estava no ar naquele dia e voltar para ela em um clique, sem depender de print ou da memória de quem editou. O histórico de versões acompanha o projeto enquanto ele existir na sua conta.
Prévia antes do anúncio subir
A prévia ao vivo mostra a página real, com botão clicável e formulário testável. Você testa tudo antes de gastar um centavo de verba. Para o cliente aprovar a copy, publique no subdomínio zheus.app e mande esse endereço: a prévia é a sua bancada de trabalho, o endereço publicado é o que se manda para fora.
A página é sua, HTML incluído
Nos planos pagos você baixa o código da página quando quiser. É o mesmo HTML que está no ar, com as suas tags de medição dentro dele.
O Zheus constrói e publica a página. Ele não compra mídia nem gerencia campanha.
Isso não é um detalhe do rodapé: é a divisão de trabalho. A página é o ativo que recebe o clique. Quem decide o público, o orçamento diário e o criativo continua sendo você ou o seu gestor de tráfego.
O que o Zheus faz
- Escrever a estrutura e a copy da página a partir da sua oferta
- Publicar com HTTPS e, nos planos pagos, no seu domínio
- Guardar os leads do formulário em banco de dados (planos pagos)
- Criar variações da página para você testar
O que continua com você
- Comprar mídia e configurar a campanha no gerenciador de anúncios
- Produzir criativo, vídeo e a segmentação do público
- Processar o pagamento: o botão aponta para o checkout que você já usa
- Dividir o tráfego entre duas variações: isso é feito na plataforma de anúncio
Quando a oferta prova que tem demanda, a página deixa de ser o gargalo
A landing responde uma pergunta: existe gente disposta a dar o contato ou o dinheiro por isso? Quando a resposta é sim, o problema muda de lugar: passa a ser entregar o que foi vendido sem planilha, grupo de WhatsApp e trabalho manual.
Transformar a promessa em produto
O que você prometeu na página precisa existir. Comece pela primeira versão enxuta para validar o produto. É a mesma conversa, agora construindo a entrega em vez da vitrine.
Dar conta, login e área própria para cada cliente
Se o que você vendeu é acesso contínuo (e não um arquivo entregue uma vez), a página vira porta de entrada de um produto que precisa reconhecer cada cliente e guardar o que é dele. É a mesma conversa e o mesmo projeto: você não recomeça em outra ferramenta.
O que costumam perguntar antes da primeira página
Se ficar alguma dúvida específica da sua operação, o time responde: central de ajuda no plano grátis e atendimento por e-mail nos planos pagos.
Não. Você conta o que vende, para quem e qual é a objeção mais comum do seu cliente, e a página já começa a se montar na primeira conversa: título, blocos de prova, oferta e CTA no lugar. Dali em diante você ajusta frase por frase pedindo em português; quantas rodadas isso leva depende de quão específica é a sua oferta. Quem conhece o cliente é você; a estrutura fica por nossa conta.
Nos planos pagos, sim: você aponta o domínio, o certificado HTTPS é emitido automaticamente e a página passa a responder no seu endereço. No plano grátis a página fica publicada em um subdomínio zheus.app, também com HTTPS.
Em uma tabela do banco Postgres gerenciado do seu projeto, um recurso dos planos pagos. No grátis a página é publicada com HTTPS, mas gravar e consultar os leads dentro do projeto exige um plano pago. O Zheus também não envia o lead automaticamente para ferramentas de e-mail marketing: se você quiser esse caminho, ele precisa ser construído no projeto.
Dá. São trechos de código no HTML da página. Peça na conversa e informe o seu identificador. A conferência de disparo e a atribuição continuam sendo feitas no painel da própria ferramenta de anúncio.
A estrutura sai na primeira conversa: promessa, mecanismo, prova, oferta, formulário e CTA já de pé, com prévia clicável para você conferir. O que costuma levar mais rodada é a copy da oferta, não a página: decidir qual promessa vem primeiro, quanto do preço aparece e qual objeção responder antes do botão. Quem chega com a oferta escrita gasta as rodadas seguintes revisando texto e apontando o domínio; quem ainda está descobrindo o que vende gasta na oferta, e aí o gargalo nunca foi o layout.
Não com divisão automática de tráfego. O que o Zheus faz é criar quantas variações você quiser, em endereços diferentes, na mesma conversa. A divisão do tráfego entre elas é configurada no gerenciador de anúncios, e a leitura do resultado é sua.
Sua oferta merece uma página só dela
Conte o que você vende, para quem e qual é a objeção que mais aparece. A página se monta na conversa, você ajusta pedindo em português e publica com HTTPS incluído.
Publicação com HTTPS incluída · Exportação do código a qualquer momento